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Onda de ataques contra taxistas limita serviço em Nampula

  • Adina Sualehe

Baixa da cidade de Nampula

Dois taxistas foram mortos e seus carros roubados

O recente assassinato de dois taxistas na cidade de Nampula cria pânico entre os profissionais do sector.

Apesar da polícia garantir ter estancado a onda, muitos taxistas preferem trabalhar até às 20 horas.

Nos dois últimos assaltos, os taxistas foram assassinados e os autores apoderaram-se das viaturas e do dinheiro.

No caso ocorrido a 8 deste mês em Nampula, a polícia recuperou a viatura roubada e dois indiciados do crime estão detidos.

Para praticar o crime, os malfeitores fingem ser clientes, pedem deslocações a locais distantes do centro da cidade, onde arrancam os bens, agridem e matam os taxistas.

Com esta onda de crime, cresceu o medo e a insegurança entre os taxistas de Nampula.

Agora, muitos não trabalham durante a noite.

Os taxistas reclamam a fraca presença policial nas praças durante a noite e pedem uma maior intervenção das autoridades para estancar o crime.

Domingos Pedro é taxista há quase 10 anos e diz à VOA há anos que os taxistas vivem inseguros, mas nos últimos dias a situação agravou-se com o assassinato dos dois colegas.

Pedro conta que já foi alvo dos malfeitores, mas safou-se por pouco.

Zacarias Nacute, porta-voz da polícia em Nampula, diz que a coporação está a trabalhar no sentido de reduzir esta onda de crimes, que não só acontece contra os taxistas, “mas toda a sociedade sofre”.

Quanto aos assassinos do taxista no passado dia 8, Nacute diz que confessaram o crime e serão tomadas as devidas medidas.

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