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Novo chefe do Estado Maior General deve impulsionar a luta contra os terroristas, analistas


Moçambique, mapa mostrando Cabo Delgado

Analistas dizem que o novo chefe do Estado Maior General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) deve impulsionar a luta contra os terroristas do Estado Islâmico e melhorar o respeito dos direitos humanos em Cabo Delgado.

O novo chefe do Estado Maior, nomeado semana passada, é Joaquim Rivas Mangrasse.

O presidente Filipe Nyusi nomeou também Messias André Niposso, comandante do Serviço Cívico; Ezequiel Isac Muianga, Inspector das FADM; Cândido Jose Tirano, comandante da Força Aérea; Cristóvão Artur Chume, comandante da Academia Militar “Marechal Samora Machel"; e Francisco Zacarias Mataruca, vice-comandante do Instituto Superior de Estudos de Defesa Tenente-General Armando Emílio Guebuza.

O analista Alexandre Chiúre diz que o Almirante Joaquim Mangrasse “é uma pessoa de alta confiança do Chefe do Estado” e terá sido por ter ocupado o cargo de chefe da Casa Militar, que foi promovido.

“O que vai o ser o desempenho dele nestas novas funções é uma incógnita”, diz Chiúre, que espera melhorias na luta contra o Estado Islâmico.

Tendo em conta que estas mudanças ocorrem depois de críticas sobre a actuação das FADM em Cabo Delgado, o analista Gabriel Ngomane diz que “é muito importante que ele (Mangrasse) apresente uma postura diferente (...) e um novo método de intervenção”.

“Na verdade, nenhum elemento das FADM é instruído a violar os direitos humanos; às vezes há alguns excessos, então espero que eles tenham recebido instruções bastante claras no sentido de estarem atentos a esses casos de violação de direitos humanos, porque, de facto, é preocupante”, acrescenta Alexandre Chiure.

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