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Nampula tem mais candidatos à eleição de Janeiro

  • Adina Sualehe

Américo Yemenle, presidente interino de Nampula

MDM, Amusi e Coligação Coligação Esperança do Povo estão no terreno

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) quer continuar a governar o município da cidade de Nampula.

Depois de vencer as eleições autárquicas de 2013 com Mahamudo Amurane, recentemente assassinado,aquela formação política apresentou Carlos Saíde como seu candidato às eleições intercalares de 24 de Janeiro.

A terceira força política do país realiza a partir do dia 5 o seu segundo congresso em Nampula.

Carlos Saíde, de 46 anos de idade, é empresário e natural de Angoche, em Nampula, e foi eleito candidato pelo MDM, numa lista que integrava mais dois concorrentes.

Pesou na sua eleição o facto de ter trabalhado como vereador no Executivo de Mahamudo Amurane, o que, para o partido, caso ganhar a eleição será uma mais-valia na condução dos destinos do município.

O secretário geral do MDM, Luís Boa Vida, pediu aos membros do partido para ignorarem as divergências e apoiarem o seu candidato.

Carlos Saide diz que a sua prioridade é a urbanização nos bairros, abastecimento de água potável, abertura e reabilitação de vias de acesso, mas também a criação de oportunidades para todos através do que chamou de boa governação.

O spartidos Acção do Movimento Unido para Salvação Integral (Amusi) e a Coligação Esperança do Povo também apresentaram seus candidatos

Amusi aposta em Mário Muquissinse, quem considera a sua candidatura uma solução para a actual situação de Nampula e garante apostar na melhoria dias de acesso.

Sadreque Mário, por seu turno, concorre pela coligação E-povo.

Com formação média em mecânica geral, espelha-se também na gestão no Governo de Mahamudo Amurane porque “as suas ideais continuam vivas”.

MDM em congresso

Entretanto, os delegados do segundo Congresso do MDM, que vai decorrer de 5 a 8 de Dezembro, já estão a chegar a Nampula.

O secretário geral da terceira força política no país, Luís Boa Vida, assegura que estão criadas as condições para o Encontro que vai eleger o presidente do partido e analisar a situação do país.

Luís Boa Vida recordou que desde o seu surgimento, em 2009, o MDM, vem construindo uma alternativa política no país.

Para além de assentos na Assembleia da República, o MDM que foi criado por dissidentes da Renamo, governa actualmente quatro municípios entres eles, a segunda e a terceira maiores cidades de Moçambique.

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