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Mulheres moçambicanas à procura da liderança

  • Francisco Júnior

Graça Machel, patrona de projecto para liderança

Profissionais abraçam novos desafios.

Um programa para fortalecer a capacidade de liderança de mulheres em Moçambique está a dotar profissionais que desejam continuar a ser empreendedoras.

O objectivo principal é transformar raparigas em grandes líderes e gestoras de topo e tem como patrona a activista político-social. Graça Machel.

Leonice Mutepua, jurista, Moçambique
Leonice Mutepua, jurista, Moçambique

Leila Manhenje, formada em engenharia civil, é consultora técnica numa fábrica de cimentos em Maputo, diz que o salário não é maus, mas tem outros desafios.

Leonice Mutepua trabalha desde 2015 num escritório de advogados na capital moçambicana e agora criou uma empresa de entretenimento.

Ambas são jovens que fazem parte de um grupo de 15 mulheres seleccionadas pela New Faces New Voices para participar num programa em matéria de liderança.

Leila Manhenje, gestora, Moçambique
Leila Manhenje, gestora, Moçambique

Denonimado MYWIL, o programa, cuja segunda edição foi lançada esta quinta-feira, 26, em Maputo, foi criado pela New Faces New Voices, uma organização pan-africana que tem como patrona a activista político-social Graça Machel.

A Alto Comissariado do Canadá em Moçambique, que financia o programa, diz estar “muito satisfeito com os resultados”.

Antoine Chevrier disse à VOA que não coloca de lado a possibilidade do Canadá continuar a apoiar o Mozambique Young Woman in Leadership, um programa que tem como principal objectivo desenvolver quadros femininos de liderança em diversas áreas da economia.

Canadá disponibilizou a Moçambique 50 milhões de dólares americanos para os sectores da saúde e educação.

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