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MPLA e UNITA trocam acusações em Kwansa Sul

  • Fernando Caetano

Sumbe, Kwanza Sul

Na província angolana de Kwanza Sul, o MPLA e a UNITA continuam a aquecer motores para as eleições de 2017.

O partido no poder garante ter recebido militantes das outras formações políticas, mas a UNITA diz que alguns dos seus membros têm ido conhecer por dentro o partido dos “camaradas”.

Domingos Afonso Mário Huambo, segundo secretário do MPLA no Kwanza Sul
Domingos Afonso Mário Huambo, segundo secretário do MPLA no Kwanza Sul

O segundo secretário provincial do MPLA, Domingos Afonso Mário Huambo, afirmou que a entrada de novos membros é fruto do engajamento dos militantes, simpatizantes e amigos do seu partido com vista a ganhar as eleições gerais em 2017.

“Não descuramos outras tarefas internas no nosso dia-a-dia, nas quais destacamos os actos de ingresso massivo nos vários pontos da província como Cruzamento, Menga e Pambangala em Cassongue. Cela, Kibala, Mussende, Sumbe e Amboim com a integração nas fileiras do MPLA de camaradas de outras filhiações políticas”, anunciou.

Raul Teixeira, secretário provincial da UNITA em Kwanza Sul
Raul Teixeira, secretário provincial da UNITA em Kwanza Sul

Para rebater as afirmações de Mário Huambo do MPLA, o secretário provincial da UNITA Raul Teixeira disse não “haver nenhum rendido, apenas estão a ir estudar o MPLA por dentro para empurrarmos o MPLA para fora do poder em 2017”.

Para Teixeira, a falta de visão de governação está identificada nas ruas do Sumbe, em todos os municípios, “como falta de água potável nas torneiras, com o povo a consumir água imprópria do rio Cambongo e falta de medicamentos nos hospitais da província”.

O responsável do partido na oposição acusou o Governo de aterrorizar as populações com a Casa Militar, através da apropriação das terras dos camponeses”

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