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Patronato moçambicano tem novo dirigente depois de eleição conturbada

  • William Mapote

Quessanias Matsombe e Agostinho Vuma

Há denúncias de interesses por trás da luta pela presidência da CTA

O processo que elegeu o quarto dirigente do patronato moçambicano mostrou a existência de muitos interesses ocultos por drás da corrida para a presidência da confederação.

A confederação dos patronatos nacionais tem desde hoje um novo presidente.

Chama-se Agostinho Vuma, um empresário do ramo da construção civil que disputou ombro a ombro pouco mais de uma centena de votos dos empresários moçambicanos.

O processo eleitoral, que pela primeira vez atingiu uma grande mediatização, foi a mais disputada desde que há cerca de duas décadas, os empresários criaram a sua confederação.

O processo que elegeu o quarto dirigente do patronato mostrou a existência de muitos interesses ocultos por trás da corrida para a presidência da confederação.

O candidato derrotado, Quessanias Matsombe, um empresário do ramo de turismo, denunciava antes do escrutínio esquemas de ameaças e compra de votos pela lista do seu oponente.

Do lado da opinião pública, vozes há que dizem haver muitos interesses políticos a mistura.

O candidato vencido apresentava na lista de apoios, Joaquim Chissano, antigo Presidente da República.

Já o candidato vencedor, que é deputado da Assembleia da República, eleito pela Frelimo, vozes há que o apontam como representante de interesses deste partido, contudo, diz que o seu mandato, será pela não ingerência partidária.

No final do processo eleitoral, vencedores e vencidos deixaram de lado as acusações, trocaram abraços e apelaram a união.

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