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Moçambique: Cheias causam prejuízos de 13 milhões no Baixo Limpopo


Cheias no Baixo Limpopo causam prejuizos avultados
Cheias no Baixo Limpopo causam prejuizos avultados

Todas as culturas que estavam a ser produzidas numa área de 13 mil hectares foram dadas como perdidas.

Em Moçambique, vão ser necessários 13 milhões de dólares para reabilitar e recuperar a capacidade produtiva do regadio do Baixo Limpopo, localizado na província de Gaza no sul do país.
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O regadio foi inundado durante as cheias do início deste ano e todas as culturas que estavam a ser produzidas numa área de pouco mais de 13 mil hectares foram dadas como perdidas.

O sistema de regadio do Baixo Limpopo existe desde 1952, mas somente em Março de 2010 é que foi transformado pelo governo moçambicano em empresa pública.

O seu objectivo é garantir a funcionalidade do perímetro irrigado do Baixo Limpopo, sendo a principal missão da empresa a promoção do desenvolvimento da economia agrícola de uma área que abrange, neste momento, setenta mil hectares dos distritos de Xai-Xai e Chibuto, na província de Gaza, Sul de Moçambique.

Só que nem todos os setenta mil hectares estão a ser aproveitados. Em exploração, estão apenas pouco mais de 13 mil hectares, ocupados por oito mil produtores familiares, sessenta comerciais e três empresas agro-industriais, que, no seu trabalho, estão a utilizar dos mais modernos equipamentos agrícolas.

Produtores e empresas que, na campanha 2012/2013, haviam já produzido um total de cerca de 33 mil toneladas de arroz, milho, algodão e diversas outras culturas.

E, de 2011 até Janeiro 2013, foram feitos naquele regadio investimentos no valor de mais de 55 milhões de dólares.Investimentos em infra-estruturas, produção, bem como crédito de campanha. Mas, por causa das cheias e inundações deste ano, toda essa produção se perdeu, como confirmou à Voz da América Armando Ussivane, Presidente do Conselho de Administração do Regadio do Baixo Limpopo.

E, segundo o Presidente do Conselho de Administração do Regadio do Baixo Limpopo, Armando Ussivane, o esforço, neste momento, está a ser direccionado no sentido de reabilitar e reconstruir tudo o que as enchentes destruíram, mas, para isso, vai ser necessário mobilizar um total de 13 milhões de dólares.
Uma operação que já começou, estando os gestores do regadio do Baixo Limpopo em contacto com a banca para renegociar os financiamentos.
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