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Moçambique quer melhorar o registo de crianças

  • Francisco Júnior

Primeira Conservatória do Registo Civil da Cidade de Maputo, Moçambique

Projecto de registo termina em 2020

Em cada 100 crianças moçambicanas, metade não tem registo civil. As autoridades, com o apoio de organizações não-governamentais, querem mudar a situação.

Razões de ordem social, antropológica, ligadas a tabus, falta de conhecimento e informação sobre quem pode declarar o registo e ainda a fraca capacidade de cobertura da rede dos serviços de registo civil, em zonas mais recônditas do país, têm contribuído para que muitos cidadãos não sejam registados.

Moçambique, tem, neste momento, segundo projecções, mais de 27 milhões de habitantes. A maioria vive em zonas rurais.

E é para inverter esse cenário que se está agora a lançar uma iniciativa para a mobilização social para o registo de nascimentos.

Financiado pelo governo do Canadá, através do UNICEF, o projecto, avaliado em mais de um milhão e quatrocentos mil dólares americanos, vai ser implementado pela Save The Children em cinco províncias: Maputo cidade, Maputo Província, Gaza, Zambézia e Nampula.

A Save The Children vai começar por fazer uma pesquisa formativa de três meses para recolher informação que permitirá elaborar uma estratégia de comunicação mais sólida.

Com a estratégia pretende-se aumentar o conhecimento das famílias e das comunidades sobre a importância de se fazer o registo de nascimento. O projecto nascimento vai até 2020.

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