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Manifestantes angolanos dizem que aumentou repressão. A polícia desmente


Activistas angolanos envolvidos em recentes manifestações afirmam que tem vindo a aumentar a repressão com a policia cada vez mais a impedir os protestos.

Mas a polícia nega a acusação.

Francisco Teixeira Presidente do Movimento dos Estudantes Angolanos que organizou a última manifestação em Luanda, exigindo o não pagamento de propinas nas universidades publicas, diz que os manifestantes foram agredidos pela polícia.

“Tinhamos intanção de fazer Sábado e Domingo mais como fomos agredidos pela PIR decidimos recuar”, disse.

Para Nuno Álvaro Dala outro activista afirma que as agressões contra manifestações aumentaram desde a tomada de posse de novo ministro do Interior, Eugenio Laborinho.

“Nos últimos dois meses tem havido uma espécie de deriva totalitaria, desde que saiu o antigo ministro e que entrou o novo ministro do Interior Eugenio Labario que os manifestantes têm sido agredidos” disse

Mas o Sub-comissário Waldimar José director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do Ministerio do Interior de Angola, diz que não existe qualquer orientação do Ministro do Interior nem do Governo Central para a repressão de activistas.

“Não há nenhuma orientação do governo central ou do Ministro do Interior para agredir os manifestantes”, disse.

Waldimar José esclarece que muitas das manifestações sao reprimidas por violação das leis angolanas.

“Não se pode admitir que um grupo reduzido de cidadãos prejudiquem uma maioria”, disse.

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