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Jovens guineenses pedem oportunidades


Manifestação de estudantes da Universidade Lusófona da Guiné-Bissau (Foto de Arquivo)

Organizações civis defendem políticas verdadeiramente viradas para a juventude

Vários sectores juvenis na Guiné-Bissau exigem um futuro melhor ante o cenário de desemprego, greves de professores, anos lectivos incompletos e falta de oportunidades de formação.

A ausência de espaços de lazer completa este quadro que tanto activistas como organizações pretendem ver mudado.

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Ouvidos pela VOA, vários jovens descrevem este cenário, enquanto o secretário executivo do Fórum Nacional da Juventude e População, Baite Badjana, afirma que a juventude vive uma “situação deplorável derivada da “desgovernação do país”.

Os dados do último recenseamento geral da população e habitação apontam que cerca de 64% da população do país têm menos de 34 anos.

Mesmo assim, Seco Duarte Nhaga, presidente da Rede Nacional das Associações Juvenis, afirma que esse peso demográfico da juventude “não tem sido traduzido em políticas públicas concretas, com vista a melhorar a situação dos jovens”.

Para inverter esse quadro, o analista Gueri Lopes defende a aplicação de “políticas que estimulem o investimento estrangeiro no país”.

A stuação dos jovens guineenses é tema de um encontro que decorre hoje e amanhã, 25, em Bissau, organizado pela coligação da Juventude dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa.

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