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Jornalistas acusados por Chivukuvuku com Termo de Identidade e Residência


Abel Chivukuvuku diz ter sido caluniado

António Festos e Queirós Anastácio Chiluvia respondem a processo por calúnia

Os jornalistas da Rádio Despertar António Festos e Queirós Anastácio Chiluvia, acusados de calúnia pelo líder da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, foram colocados sob o Termo de Identidade e Residência (TIR) depois de terem sido ouvidos nesta quarta-feira, 24, na Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP) afecta à Procuradoria-Geral da República (PGR) de Angola.

Dois jornalistas angolanos proíbidos de deixar Luanda - 2:05
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Festos, editor-chefe, e Chiluvia, director de Informação, estão proibidos de se ausentarem de Luanda sem antes avisarem as autoridades, enquanto decorre o processo aberto pela DNIAP após a queixa apresentada pelo líder da CASA-CE.

Tudo aconteceu em Maio de 2018, quando uma notícia apresentada pela Rádio Despertar, ligada à UNITA, denunciou um suposto desviou de fundos por parte do Abel Chivukuvuku no valor de 15 milhões de kwanzas (43 mil dólares.

O advogado António Gaspar, da Associação Mãos Livres, que defende os jornalistas, diz que “a medida é normal para processos com arguidos”, mas desconhece a data em que o caso será enviado ao tribunal.

Na queixa, Chivukuvuku diz ter sido acusado de desvio de fundos por aqueles profissionais, mas nem ele nem os jornalistas aceitaram falar com a VOA.

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