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Professores em greve na Guiné-Bissau

  • Lassana Casamá

Alunos também querem manifestar sua indignação

O sector educativo da Guiné-Bissau está em greve desde as primeiras de hoje e durante os próximos 10 dias.

Os professores das escolas públicas exigem, entre outros, o cumprimento do diploma relacionado com a carreira docente e o pagamento de salários em atraso.

Os professores do ensino público, representados pelos dois sindicatos do sector, SINAPROF e SINDEPROF, querem que o Governo conclua os trabalhos da implementação do diploma sobre a carreira docente.

Os dois sindicatos defendem ainda o pagamento de salário às diferentes categorias do quadro docente, correspondente aos anos lectivos, 2003/2004 e 2005/2006, assim como a efectivação e reclassificação dos professores.

Para já, conforme as opiniões registadas pela VOA, é uma greve que está a preocupar os alunos.

Ainda não há sinais de eventuais negociações entre o Governo e a Comissão da Greve.

A VoOA apurou que a Rede Nacional das Associações Juvenis (RENAJ) pretende aproveitar a visita do titular da pasta da Juventude, prevista para amanhã à sua sede, para expressar a sua preocupação face a esta nova paralisação no sector educativo.

É que, na opinião daquela organização juvenil, os jovens são os mais prejudicados com as sistemáticas paralisações das aulas nas escolas públicas.

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