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Guiné-Bissau: Delegação da CEDEAO deixa país com promessa de sanções


Sede do PAICG, Bissau

Missão diz que não houve o cumprimento do Acordo de Conacri

A delegação da CEDEAO, que se encontrava, em Bissau, desde 31 de Janeiro, deixou o país esta quinta-feira (1 Fevereiro), depois de vários contactos com os principais actores políticos do país.

Uma missão que visava acompanhar os últimos desenvolvimentos ligados à nomeação do novo primeiro-ministro, Artur Silva, e ao Congresso do PAIGC e, em comunicado, afirma que vai mesmo aplicar sanções, alegando que não houve o cumprimento do Acordo de Conacri.

De notar que a CEDEAO teve duas agendas principais: compreender o cenário político, que envolve a nomeação do novo Primeiro-ministro, fora do âmbito do acordo de Conacri; e o tenso clima político que rodeia a realização do IXº congresso do PAIGC.

O PAIGC assume a continuação dos trabalhos da sua reunião magna, cuja abertura oficial, foi dada na noite de 31 de Janeiro num dos hotéis da capital.

Membros do PAIGC dizem que país está em causa
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Domingos Quadé, do Partido da Renovação Social (PRS), disse, à saída do encontro com a delegação da CEDEAO, que não se discutiu sobre o cumprimento do Acordo de Conacri e nem da eventual aplicação de sanções.

A missão da CEDEAO deixa Bissau no dia em que promete aplicação sanções as pessoas que obstruíram a implementação do Acordo de Conacri.

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