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Governo de Cabo Verde alargado

  • Eugénio Teixeira

Ulisses Correia e Silva, primeiro-ministro de Cabo Verde

PM cria dois ministérios e nomeia seis secretários de Estado

O primeiro-ministro de Cabo Verde reforçou o seu Governo 21 meses após a sua posse.

O cargo de vice-primeiro-ministro que passa a ser ocupado pelo ministro das Finanças, Olavo Correia, há dois novos ministérios e seis secretários de Estado.

Analistas admiram que não tenha saído ninguém do Executivo, apesar do fraco desempenho de alguns dos seus membros.

Na nova composição, odestaque vai também para Fernando Elísio Freire, promovido a ministro de Estado, mas mantendo os Assuntos Parlamentares e Desporto.

Entram, Alexandre Monteiro para o novo Ministério da Indústria, Comércio e Energia e Júlio Herbert para o cargo de ministro-adjunto do Primeiro Ministro e Integração Regional.

O vice-primeiro-ministro será coadjuvado pelos secretários de Estado Ajunto das Finanças Gilberto Silva, Edna Oliveira, secretária para Modernização Administrativa e Pedro Lopes para a Inovação e Formação Profissional.

Os demais secretários de Estado sãoPaulo Veiga, para a Economia Marítima, Amadeu Cruz Adjunto, para Educação, e Carlos do Canto Monteiro, adjunto do Ministro de Estado

O primeiro ministro Ulisses Correia e Silva defendeu que se trata de um reforço do Governo para dar respostas a um conjunto de desafios que o país tem pela frente.

O Movimento para a Democracia, no poder, vê com naturalidade o ajuste governamental, segundo avançou o seu secretário-geral.

Para Miguel Monteiro, o mais importante neste momento não é o aumento do elenco, mas sim os resultados que o Governo apresentar para resolver um conjunto de questões para a vida do país e dos cidadãos.

Já o presidente da UCID, na oposição, considera que a remodelação apresentada vem dar razão ao seu partido, uma vez que o Governo não vinha cumprindo varias promessas feitas.

Acerca da criação e colocação do Ministério da Economia Marítima em São Vicente, António Monteiro elogia a medida, mas disse que preferia outra estruturação da equipa.

Por sua vez, o analista politico, Daniel Medina considera tratar-se de um ajuste para reforçar a acção do Governo, uma vez que a concentração de vãrias pastas num único ministério não estava a dar resultados consistentes.

Medina diz que a equipa fica mais gorda contrariando a ideia do Executivo curto, agora só resta esperar pelos resultados.

Entretanto, aquele jornalista e analista é de opinião que alguns membros do Governo deviam ser substituídos, devido ao fraco desempenho nas respectivas funções.

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