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Governo angolano quer ouvir empresários privados


João Lourenço

João Lourenço pede que privados criem empregos e produzir bens e serviços

O Governo angolano anunciou que vai realizar a partir da próxima semana encontros de com empresários ligados ao sector privado nacional para obter contribuições adicionais ao Programa de Apoio a Produção, Diversificação das Exportações e Substituições de Importações (PRODESI).

Governo angolano reune com sector privado - 2:44
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A decisão, revelada na semana passada em Luanda, pelo ministro da Economia e Planeamento, Pedro Luís da Fonseca, foi tomada pela Comissão Económica do Conselho de Ministros.

Segundo o Executivo, a intenção é colher contribuições da comunidade empresarial do país, tendo em conta a importância do sector na implementação do programa, que visa acelerar a diversificação da produção nacional, por via do fomento de fileiras exportadoras em sectores não petrolíferos e com potencial de substituição de importações.

O presidente da Associação Industrial Angolana (AIA), José Severino, considera que as propostas do Governo devem ter como base a descentralização da gestão cambial deixando que tudo se decida a partir de Luanda.

Aquele líder associativo defende que o Estado deve se comprometer a comprar o que se produz no campo.

Por sua vez o presidente da Associação para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA), Belarmino Jelembi, considera que a participação do sector privado na diversificação económica é automática e não precisa de ser decretada.

Jelembi afirma que o que deve mudar são as anteriores regras em que os políticos são, ao mesmo tempo, empresários.

Num recente encontro com empresários nacionais, o Presidente da República, João Lourenço, pediu o envolvimento do empresariado privado no desenvolvimento económico e social do país e defendeu que compete-lhe criar empregos e produzir bens e serviços.

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