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Geraldo Alckmin promete recuperar a “dignidade roubada dos brasileiros”


Geraldo Alckmin

Geraldo Alckmin tem sido criticado por fechar acordo com dirigentes, investigados e condenados pela justiça.

O PSDB terá o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, na disputa à presidência, no Brasil. A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a sua vice.

No primeiro discurso como candidato, o tucano disse que quer ser presidente para unir o país e recuperar a "dignidade roubada" dos brasileiros. Ele defende a reforma política, a diminuição do tamanho do Estado e a simplificação tributária para destravar a economia.

Geraldo Alckmin promete recuperar a “dignidade roubada dos brasileiros”
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Geraldo Alckmin tem sido criticado por fechar acordo com dirigentes, investigados e condenados pela justiça, do grupo político conhecido como “Centrão” - bloco formado pelos partidos PP, PR, PRB, DEM e Solidariedade.

Em conversa com a Voz da América, Alckmin disse que está preparado para enfrentar o PT com ou sem o ex-presidente Lula da Silva como candidato.

“Vamos enfrentar o PT, seja quem for. Seja o Lula, acho até pouco provável que seja. Seja quem for, nós vamos lutar para derrotá-los”, disse o presidenciável, que também criticou Jair Bolsonaro (PSL).

“Não tenho nada contra a pessoa do candidato (Bolsonaro). Agora, as propostas, o que ele defende e sempre defendeu é o atraso. É o corporativismo completo”.

Rede Sustentabilidade aposta em Marina Silva

O partido Rede Sustentabilidade confirmou, por aclamação, o nome Marina Silva como candidata da sigla à Presidência. O candidato à vice é o médico sanitarista, Eduardo Jorge, do Partido Verde (PV).

A presidenciável promete uma campanha limpa, sem notícias falsas e sem destruir biografias. Se comprometeu com as reformas da Previdência, tributária e política, que acabe com a reeleição e incentive candidaturas independentes.

Se eleita, disse que pretende fazer uma revisão dos “pontos draconianos” da reforma trabalhista que, segundo ela, seriam feitas a partir de um diálogo com o Congresso.

O partido Democracia Cristã (DC) confirmou a candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República e do pastor da Assembleia de Deus, Helvio Costa, como vice-presidente.

O candidato defende uma política macroeconômica orientada para diminuição do custo do crédito ao setor produtivo, apoio e incentivo ao turismo e a valorização do agronegócio.

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