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G7 prepara corte gradual de importações do petróleo russo


Primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau (esq), e Presidente ucraniano (dir), Volodomyr Zelenskiy em Kyiv participam da cimeira virtual do G7, 8 Maio 2022

Presidente da Ucrânia Volovymyr Zelenskyy participou da cimeira virtual

O grupo dos países mais industrializados do mundo (G7) "comprometeu-se a proibir ou eliminar gradualmente as importações de petróleo russo".

"Isso será um duro golpe para a principal artéria da economia do (Presidente russo Vladimir) Putin e lhe negará a renda necessária para financiar sua guerra", disse a Administração americana em comunicado neste domingo, 8, mo final de uma reunião entre os líderes daqueles países e o Presidente ucraniano, Volodymir Zelenskyy.

A nota, no entanto, não revela os compromissos assumidos pela França, Alemanha, Canadá, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos.



A escolha da data é altamente simbólica, pois os europeus comemoram o fim da Segunda Guerra Mundial na Europa em 8 de Maio, enquanto na segunda-feira, 9, é o chamado Dia da Vitória pela Rússia, marcando a vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista.

Os países ocidentes têm procurado uma coordenação muito próxima nas sanções impostas à Rússia, no entanto, o mesmo não acontece quando quando se trata de petróleo e gás russos.

Os Estados Unidos, que não são grandes consumidores do petróleo russo, já proibiram sua importação.

Os membros da União Europeia, pressionados a aplicar essa medida, são muito mais dependentes da Rússia e preparam um boicote que, no entanto, se desconhecem os detalhes.

Washington também anunciou novas proibições à exportação de produtos americanos para a Rússia, de todos os bens de capital e anunciou a imposição de restrições de visto a 2.600 personalidades russas e bielorrussas, bem como sanções contra funcionários dos bancos Sberbank e Gazprombank.

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