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Cabinda: Polícias usados para "furar" greve na procuradoria


Trabalhadores em greve

Trabalhadores dizem que "furas greve" vieram dos Serviços de investigação Criminal o que viola a lei laboral

Funcionários da Procuradoria-Geral da República (PGR) de Angola iniciaram nesta segunda-feira, 29, uma greve de três dias para exigir a aprovação de um regime jurídico especial de carreiras dos técnicos de justiça.

Cabinda: Trabalhadores em greve da procuradoria substituidos por polícias - 1:40
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Eles querem igualmente a aprovação de um regime remuneratório dos técnicos de justiça e regras de reconversão e transição para o regime especial de carreiras dos técnicos de justiça, bem como uma estabilidade no emprego e melhoria das condições laborais e sociais dos trabalhadores.

Em Cabinda, os grevistas dizem que a adesão foi de 100 por cento mas o dia foi marcado por atropelos à lei da greve, de acordo com o delegado dos trabalhadores

André Próspero acusa a PGR de violar a lei da greve e apela à instituição que seja o guardião na fiscalização da legalidade.

“Sei que muitos cidadãos ficarão afectados com esta greve pelo que pedimos a compreensão dos mesmos porque não encontramos uma outra via legal de pressão fora da greve, mecanismo instituído constitucionalmente para assegurar os direitos do trabalhador, explicou Prospero.

“Queremos simplesmente que o nosso clamor chegue a quem de direito, aprovando os nossos diplomas para que se dê uma maior dignidade aos funcionários da Procuradoria-Geral da República, afirmou André Prospero.

Ainda segundo aquele delegado de greve, como órgão fiscalizador da legalidade deve ser o primeiro guardião da lei e a primar os seus actos na legalidade e não buscar indivíduos de outras instituições para substituírem os funcionários grevistas.

Refira-se que a PGR não tem instalações próprias.

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