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Funcionários do MP angolano em greve prometem não arredar o pé

  • Coque Mukuta

João Maria de Sousa, Procurador Geral da República, enfrenta greve

Eles exigem que Governo aprove diploma de acerto de categorias

Os técnicos de justiça e administrativos da Procuradoria Geral da República (PGR), começaram na manhã desta segunda-feira, 10, uma greve de 15 dias para exigir a melhoria das condições de trabalho, aumento salarial, promoção e reconversão de categorias assim como pagamento de subsídios de riscos, exigências feitas há muito ao Governo.

Depois desta greve e caso não obtenham respostas positivas, Lourenço Domingos, primeiro secretário do sindicato na PGR, admite uma nova greve.

“Nós vamos continuar a greve até que a entidade patronal nos chamar ,não vamos parar até dia 24”, garantiu o sindicalista.

Domingos apela o Governo “a assinar imediatamente o diploma de acerto de categoria” como forma de resolver os problemas que se arrastam há algum tempo e não colocar em causa o trabalho do Ministério Público.

De recordar que a greve dos funcionários do Tribunal Supremo, iniciada na passada segunda-feira terminou na quinta-feira, 6, após uma reunião com a entidade patronal.

No próximo dia 15 será a vez dos professores filiados no SINPROF decidirem ou não por uma nova greve, enquanto os trabalhadores da empresa angolana de pontes mantêm uma a vigília há vários dias como protesto pelo não pagamento dos salários há 45 meses.

Por outro lado, os 200 trabalhadores da SGO, empresa de transporte paralisada há mais de cinco meses, ameaçam não participar das eleições gerais de Agosto.

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