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Falta de dinheiro do Governo na base da crise de água e energia em Bissau

  • Lassana Casamá

Bissau

Revelação é do director da empresa que também admite avarias em vários grupos

O director da Empresa de Eletricidade de Aguas da Guiné-Bissau (EAGB), única empresa fornecedora da água e energia elétrica, justifica a actual crise na capital do país com a falta de subvenção por parte do Governo, o que, directamente, tem dificultado a aquisição de combustível para os grupos geradores, baixando assim o nível de produção.

Rene Barros aponta também para a avaria de alguns grupos geradores como estando na origem da crise.

Contudo, aquele responsável promete superar, “definitivamente”, a crise de luz e água no país em menos de dois anos.

O director da EAGB falava hoje, em conferência de imprensa, no dia em que o ministro da Energia, Florentino Mendes Pereira, alvo de muitas criticas nos últimos tempos, deslocou-se Bissorã, norte do país, para se inteirar da situação em se encontra a central local fotovoltaica de 500 KVA.

Bissau tem registado nos últimos meses uma crise de energia e de água, deixando os citadinos impacientes.

Durante o fim-de-semana, uma manifestação contra esta situação foi dispersada pelas forças de ordem.

A EAGB consome, em combustível, por mês, 600 milhões de Fcfa, correspondentes a mais de um milhão de dólares.

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