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Estudo de leilões rende Nobel de Economia a Paul R. Milgrom e Robert B. Wilson


Paul R. Milgrom e Robert B. Wilson apresentados no ecran

A Real Academia de Ciências da Suécia atribuiu nesta segunda-feira, 12, o prémio Nobel de Economia aos americanos Paul R. Milgrom e Robert B. Wilson, ambos professores da Universidade Stanford, pelos seus trabalhos na melhoria da teoria e invenções de novos formatos de leilões.

"Os vencedores deste ano estudaram como funcionam os leilões. Eles também usaram suas intuições para criar um novo leilão e formatos para bens e serviços que são difíceis de vender de uma forma tradicional, como frequências de rádio”, lê-se na nota da Real Academia, acrescentando que as “descobertas beneficiaram vendedores, compradores e contribuintes de todo o mundo”.

Uma das descobertas de Milfrom e Wilson é que a oferta feita de forma racional tende a ser abaixo da melhor estimativa sobre o valor comum por causa da preocupação com a chamada “maldição do vencedor”, ou seja, pagar em excesso e, por isso, ter prejuízo.

Eles também criaram o conceito de venda de licenças de frequência de telecomunicações nos Estados Unidos e trabalharam nos mecanismos de identificação das pistas de pouso em aeroportos.

Com o anúncio do prémio de Economia, são conhecidos todos os galardoados com o Nobel de 2020, cuja entrega será feita, pela primeira vez na história, de forma virtual, a 10 de dezembro, dia do aniversário da morte de Alfred Nobel.

A excepção será a entrega do Nobel da Paz, que vai acontecer numa cerimónia fechada.

Os vencedores

Física: Roger Penrose, Reinhard Genzel e Andrea Ghez

Química: Emmanuelle Charpentier e Jennifer Doudna

Medicina: Harvey J. Alter, Michael Houghton e Charles M. Rice.

Literatura: Louise Gluck

Paz: Programa Alimentar Mundial da ONU

Economia: Paul R. Milgrom e Robert B. Wilson

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