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Estudantes preparam manifestação contra "gasosa" em Luanda


Estudantes defendem mérito para entrar nas escolas

Organizadores acreditam que não haverá nem proibição nem agressões da política

Estudantes do ensino médio e superior preparam uma manifestação para a próxima sexta-feira, 26, para exigirem o fim da "gasosa", ou seja o suborno que pagam a funcionários para poderem entrar numa instituição de ensino.

A iniciativa é um teste ao Presidente João Lourenço, argumentam.

Estudantes vão manfiestar-se contra a "gasosa" - 2:14
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Os organizadores acreditam que não haverá nem proibição nem agressões ou perseguição aos manifestantes, como acontecia no tempo do seu antecessor José Eduardo dos Santos.

Cresce o número de denúncias sobre corrupção nas escolas de Luanda, com o valor de cada matrícula a chegar aos 100 mil kwanzas nas escolas públicas, denuncia o Movimento dos Estudantes Angolanos (MEA), ao contrário do que afirmou, em Novembro, o director provincial da Educação, André Soma.

Danito Carlos, agora estudante de História do Instituto Superior de Ciências da Educação, ISCED de Luanda, acredita que com João Lourenço não haverá nem proibição nem agressões ou perseguição aos manifestantes como acontecia no tempo do seu antecessor José Eduardo dos Santos.

“Não acreditamos que haja repressão ou mesmo agressão aos manifestantes uma vez que pelo menos nos discursos temos uma nova era”, disse Carlos que defende a aplicação de exames para quem queira aceder a um lugar nas escolas públicas, “visando evitar a corrupção e o tráfico de influência durante as matrículas”.

O Movimento dos Estudantes Angolanos defende a reestruturação do sistema de ensino em Luanda, começando com a exoneração do director provincial da Educação em Luanda, André Soma.

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