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Empresários moçambicanos pedem medidas para tornar a agircultura competitiva


Governo diz estar apostado em criar um clima de negócios mais favorável

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) exigiu do Governo a adopção de medidas que tornem rentável a actividade agrícola e uma maior aposta em reformas, para melhorar o ambiente de negócios.

"Precisamos de medidas e de legislação fiscal que criem incentivos e protejam a indústria nacional para esta competir no nosso mercado", disse o presidente da CTA, Agostinho Vumba, nesta segunda-feira, 12, em Maputo, na abertura da XV Conferência Anual do Sector Privado,

Vuma referiu que nas actuais condições, "não é possível aos nossos agricultores competir no mercado com arroz importado da Tailândia prevalecendo a taxa de direitos aduaneiros de apenas 7,5 por cento".

Para a representante do Conselho de Estado do Reino da Espanha, Ana Palácios, participante no encontro, se Moçambique quiser alcançar um desenvolvimento sustentável, deve apostar fortemente na agricultura, sobretudo a virada para a produção de alimentos.

Muitos participantes na conferência lamentaram o facto de Moçambique estar a baixar na avaliação que o Banco Mundial faz, anualmente, ao ambiente de Negócios em vários países, através do Doing Business.

O ministro moçambicano da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, em reacção, disse que o Governo está apostado em criar um clima de negócios mais favorável.

Refira-se que a XV conferência anual do sector privado contou com a presença do Presidente da República, Filipe Nyusi.

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