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Eleições antecipadas na Guiné-Bissau dividem opiniões

  • Lassana Casamá

Presidente admite devolver o poder ao povo se PAIGC, PRS e o Grupo dos 15 não chegarem a entendimentos

O Presidente guineense admitiu a possibilidade de convocar eleições antecipadas caso os partidos não cheguem a um acordo para aprovar o programa do Governo e o Orçamento do Estado.

Os partidos políticos ainda não reagiram aà afirmação de José Mário Vaz.

Na opinião do jornalista Humberto Monteiro, editor do jornal Gazeta de Notícias, Vaz, a intenção de dissolver o parlamento e convocar eleições legislativas antecipadas:

“Está claro que o Presidente deixa subentender a sua intenção de dissolver o Parlamento porque não estou a ver que o PAIGC, PRS e os 15 cheguem a um entendimento, pondo de lado o Acordo de Conacri”, disse Humberto Monteiro, editor do jornal Gazeta de Notícias, adiantado ainda que“um futuro Governo até as eleições poderá ter o apoio do PRS e do grupo dos 15”.

Outra leitura tem o jornalista da Rádio Nacional, Bacar Camará, para quem a posição do Presidente da República chega tarde porquanto “todas as exigências vão na direção do cumprimento do Acordo do Conacry”.

“O país está a um ano das eleições, não vejo outra possibilidade que não seja a implementação do Acordo de Conacry”, sublinha Camará.

Entretanto, este cenário não é bem visto por Humberto Monteiro devido às posições opostas do PAIGC, PRS e grupo dos 15.

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