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Economistas voltam a criticar Fundo Soberano de Angola

  • Coque Mukuta

José Filomeno dos Santos, presidente do Fundo Soberano de Angola

O Fundo Soberano de Angola (FSDEA) confirmou o investimento de 180 milhões de dólares para a construção de estratégico porto de águas profundas em Cabinda.

O anúncio levantou de novo criticas às actividades do FSDEA, particularmente no que diz respeito à alegada falta de transparência.

O presidente do Conselho de Administração do Fundo Soberano, José Filomeno dos Santos, disse que com este investimento prevê-se criar mais de 20 mil empregos e agregar mais valores conducentes ao desenvolvimento nacional.

Precioso Domingos, economista e membro do Centro de Investigação Cientifica da Universidade Católica de Angola, manifestou dúvidas que investimentos internos possam resultar no crescimento do Fundo que ele sublinhou ser o objectivo do FSDEA.

“Com o investimento em Angola a possibilidade é de decrescer, decrescer decrescer”, disse o economista, que fez notar que o valor inicial do Fundo decaiu em várias centenas de milhões de dólares, alegadamente devido a custos

Por seu turno, o economista Faustino Mumbika afirmou que tudo o que o Fundo faz tem pouca relevância devido à falta de transparência.

“O Fundo precisa acima de tudo submeter-se à Assembleia Nacional, para conferir alguma honestidade”, sublinhou.

Uma nota do FSDEA informou que o estado da carteira de investimento daquela instituição resume-se em activos avaliados em cerca de 4,755 mil milhões de dólares.

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