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"Doz Korpu Um Korson", mostra arte guineense e cabo-verdiana

  • Alvaro Ludgero Andrade

“Doz Korpu Um Korson”, exposição de artistas cabo-verdianos e guineenses

Das artes plásticas à gastronomía, da música à literatura, um intercâmbio cultural que quer ser una bienal

Guiné-Bissau e Cabo Verde mantiveram uma luta armada comum pela independência dos dois povos que, séculos atrás, já tinham sido unidos pela história, mesmo no tempo da escravatura.

A arte, no entanto, sempre manteve guineenses e cabo-verdianos juntos.

Há algum tempo, os artistas plásticosTutu Santos, de Cabo Verde, e Sidney Cerqueira, da Guiné-Bissau, começaram a planear uma exposição que, rapidamente, evoluiu para um evento de grande dimensão: um intercâmbio cultural denominado ”Doz Korpu Um Korson”, em crioulo, que em português significa "dois corpos, um coração".

O evento começa neste sábado, 9, e vai até o dia 25.

Exposições de artes plásticas, demonstrações de gastronomia, concertos, tarde de poesia, noite de batuco, um workshop de pintura para crianças e performances de pintura ao vivo em vários espaços da cidade, como o Palácio da Cultura Ildo Lobo, Alkimist e o Quintal da Música preenchem o carregado programa de "Doz Korpu Um Korson".

Artistas cabo-verdianos e guineenses, "Doz Korpu Um Korson”
Artistas cabo-verdianos e guineenses, "Doz Korpu Um Korson”

Dois concertos da conhecida cantora guineense Karyna Gomes serão os pontos altos do certame que, segundo Tutu Santos, deverá evoluir para uma bienal.

Para Santos "estas dois povos têm tanta coisa em comum que merecem um evento do tipo", enquanto Cerqueira prefere falar "num sentimento de ansiedade muito especial" na organização de um evento que "vai fazer melhor que os políticos".

Acompanhe a rubrica Artes & Entretenimento comTutu Santos e Sidney Cerqueira:

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