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Deputados independentes pela oposição defendem entrada no Parlamento angolano

  • Manuel José

Raul Tati, eleito deputado pela UNITA

Dizem que a luta se faz dentro das instituições

Figuras independentes que integraram as litas dos partidos da oposição em Angola, UNITA e CASA-CE, às eleições de Agosto defendem a entrada no Parlamento, apesar de nas redes sociais e em determinados sectores aumentar as críticas em sentido contrário.

Os futuros parlamentos dizem que a luta se dá dentro da Assembleia Nacional e há que respeitar os votos e orientações dos partidos pelos quais concorreram.

“É preciso assumir a luta e ir pra frente como foi dito pelo presidente da UNITA, a luta democrática é dentro e fora, por isso estamos prontos a ir para o Parlamento", afirmou Raul Tati, independente pelo círculo da UNITA.

Makuta Nkondo, deputado eleito pela CASA-Ce
Makuta Nkondo, deputado eleito pela CASA-Ce

Convidado pela CASA-CE, Makuta Nkondo regressa ao Parlamento e entende que fora seria muito mais difícil para os partidos na oposição.

"Defendo que os deputados devem entrar sim, ficar fora para fazer o quê? No tempo de Savimbi era diferente, hoje os partidos não tem dinheiro e se não o que recebem do OGE, fora do Parlamento os partidos teriam muito mais dificuldades de lutar", justificou Nkond.

Opinião semelhante tem Sidiangani Mbimbi, que também entrou pela bancada da UNITA e diz que “o convidado não manda apenas obedece e deve obedecer a orientação de quem o convidou”, embora ele, pessoalmente, tenha defendido que os deputados não assumam os seus cargos.

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