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Crise de combustíveis agrava-se em Cabinda

  • José Manuel

Longas filas em Cabinda

A falta de combustível, com predominância para a gasolina, está a deixar a população de Cabinda revoltada.

O cenário é desolador nas bombas de combustíveis espalhadas em quase toda a província.

Muitas pessoas passam longas horas à espera, outras passam noites para conseguirem abastecer as suas viaturas.

Os automobilistas questionam a razão da crise numa terra produtora de petróleo.

O caos nas bombas de abastecimento está a criar outra forma de sobrevivência.

As pessoas que conseguem abastecer, vendem aos ambulantes e a pessoas com bidões de 25 litros, onde o preço é especulativo.

Em cada litro de gasolina por exemplo, os ambulantes estão a comercializar a 500 kwanzas, cerca de 34 dólares americanos.

Tentamos ouvir sem sucessso, o director provincial da Sonangol distribuidora de combustíveis na província.

Fontes bem informadas disseram à VOA que a situação pode agravar se a direcção-geral não aumentar as quantidades de combustível.

As mesmas fontes acrescentaram que desde a nomeação de Isabel dos Santos para a chefia da petrolífera angolana, Cabinda passou a receber quantidades ínfimas de gasóleo e gasolina e há mais de cinco meses que não tem outros derivados de petróleo.

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