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COVID-19: Igrejas em Angola têm que cumprir medidas ou serão encerradas


Sé Catedral de Benguela

As autoridades angolanas avisam as igrejas que não cumprirem com as medidas de prevenção da Covid-19 que arriscam-se a ser encerradas.

Para falar sobre o assunto, ouvimos o Reverendo Luís Nguimbi, o Bispo Emílio Sumbelelo, o coordenador da ordem dos pastores, Aurélio Pombo e Francisco de Castro Maria, diretor do Instituto Nacional para os Assuntos Religiosos.

Cultos religiosos em Angola em análise
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As igrejas em Angola já reabriram os cultos religiosos, noventa dias
depois da declaração do estado de emergência que vigorou no país e da
situação de calamidade que entrou esta semana na sua segunda fase.

Ainda assim, as autoridades angolanas anunciaram que, ao contrário do que estava previsto, os locais de culto vão continuar encerrados em Luanda e no Cuanza Norte, por causa dos casos que aumentam todos os dias, com particular destaque para capital do país.


O governo angolano alerta ainda para o “grande incumprimento das medidas de proteção individual e colectiva” que tem sido observado, com muitas aglomerações na rua, sem respeitar o distanciamento social e sem usar as máscaras.

De acordo com o governo angolano, a violação destas medidas pode determinar a suspensão de reconhecimento legal da respetiva confissão religiosa por um período de um ano.

No anterior decreto apenas eram responsabilizados criminalmente os líderes religiosos que fossem encontrados a realizar cultos ou outro ato religioso, no incumprimento das orientações do estado de emergência.

Recentemente as autoridades angolanas lamentaram o facto de muitos
líderes religiosos não cumprirem com as recomendações previstas no
Decreto Presidencial sobre o estado de emergência.

Neste levantamento da suspensão, as confissões religiosas estão orientadas a criar as condições de biossegurança, evitar a realização de cultos com um número de mais de 150 pessoas.

O Presidente do Fórum Cristão Angolano adverte as igrejas a não
confundirem a fé nesta luta contra à Covid-19.

O Reverendo Luís Nguimbi, exorta para o respeito e cumprimento rigoroso das medidas recomendadas neste reinício das actividades religiosas.

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