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Covid-19: Aprovação final da vacina da Pfizer poderá ser na segunda-feira, 23


Vacina da Pfizer

Farmacêutica britânica AstraZeneca revela nova terapia com anticorpos

A agência americana de administração de alimentos e medicamentos (FDA) pretende supostamente conceder a aprovação final à vacina Covid-19 da Pfizer, na segunda-feira, 23.

O New York Times reporta que a agência tinha planos de concluir o processo de aprovação até sexta-feira, 20, mas ainda enfrentava "uma quantidade significativa de papelada e negociações com a empresa".

A FDA, que segundo o Times tinha o prazo não oficial para aprovação em torno de 6 de Setembro, se recusou a comentar.

A aprovação final tem o potencial de reforçar o programa de vacinação da administração Biden, convencendo os cidadãos não vacinados de que a vacina da Pfizer é segura e eficaz, e, ao mesmo tempo, amenizar as preocupações entre as autoridades locais sobre as prescrições da vacina.

Nova terapia

Ainda sobre a Covid-19, a Reuters escreveu, na sexta-feira, que as autoridades indianas aprovaram o uso de emergência de uma segunda vacina desenvolvida localmente, enquanto a farmacêutica britânica AstraZeneca revelou uma nova terapia com anticorpos para combater a doença.

A nova vacina da Índia, desenvolvida pela farmacêutica Zydus Cadila, é a primeira inoculação contra o coronavirus baseada em DNA do mundo. A vacina usa uma seção do material genético do vírus para instruir as células a produzir uma proteína específica à qual o sistema imunológico pode responder.

A vacina de três doses foi aprovada para uso em adultos, bem como em crianças maiores de 12 anos. É a sexta vacina a ser aprovada na Índia, incluindo outra desenvolvida localmente pela empresa Bharat Biotech.

Também na sexta-feira, a farmacêutica AstraZeneca divulgou dados de um ensaio em estágio final para uma nova terapia de anticorpos, mostrando que reduziu o risco de pessoas desenvolverem quaisquer sintomas da Covid-19 em 77%.

Aquela empresa disse que a terapia, a ser usada preventivamente, pode ser particularmente útil para pessoas que respondem mal às vacinas. Acrescentou que 75% dos participantes do ensaio tinham condições crónicas, incluindo alguns com uma resposta imunológica mais baixa às vacinações.

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