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Combate à pobreza com dificuldades em Malanje


Comuna de Sautar, Malanje

Governo e parceiros procuram novos caminhos

O nível da pobreza em Angola continua alto apesar da implantação em 2010 do Programa Municipal Integrado de Desenvolvimento Rural e Combate à Pobreza (PMIDRCP), que prioriza os sectores da saúde, educação, agricultura, energia e água, habitação e comercio rural.

São ainda 36 por cento os angolanos na pobreza.

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O Governo transformou aquela plataforma e operacionaliza o Plano Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza (PIDLCP), com uma gestão mais transparente do erário público e monitorização da cadeia de tomada de decisão.

Em Malanje, onde as autoridades locais reconheceram debilidades na execução do programa no quinquénio 2010/2015, o secretário de Estado para Acção Social, Lúcio Gonçalves do Amaral, apelou os administradores municipais a reflectirem sobre as vantagens que trazem o processo de descentralização e desconcentração administrativa e financeira em curso.

“De forma a contribuir para um melhor exercício das vossas atribuições face aos grandes desafios que nos propusemos a enfrentar e irmos assim ao encontro das metas estabelecidas pelo nosso Executivo em reduzir a incidência da pobreza de 36 por cento para 25 por cento, ou seja, em cerca de três milhões de cidadãos durante o quinquénio 2018/2022”, referiu Amaral num encontro nesta semana em Malanje.

A reintegração dos ex-militares abre a nova fase e a província tem condições para a conclusão deste processo.

A degradação das estradas no interior e a escassez de recursos financeiros nas administrações municipais foram apontadas pelo vice-governador de Malanje para o sector técnico e infra-estruturas, Gabriel Pontes, como condicionantes ao incumprimento das metas do Programa Municipal Integrado de Desenvolvimento Rural e Combate à Pobreza na região.

Por seua vez, o director da ADRA Antena-Malanje, Fernando Santos, sugeriu a “elevação de conselhos de auscultação social a concertação para permitir a participação de todos os actores comunitários na tomada de decisões”.

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