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Comandante da Guarda iraniana considera presença militar dos EUA no Golfo uma "oportunidade"


Presidente iraniano Hassan Rouhani

A presença militar dos Estados Unidos no Golfo antes era uma ameaça séria, mas agora é uma oportunidade, disse um comandante do alto escalão da Guarda Revolucionária Iraniana neste domingo, segundo a agência de notícias estudantil iraniana (Isna, na sigla em inglês).

O Exército norte-americano deslocou forças, incluindo um porta-aviões e bombardeiros B-52, ao Médio Oriente para combater o que autoridades dos EUA disseram ser “claras indicações” de ameaças do Irão às suas forças na região.

“Um porta-aviões que tem pelo menos 40 a 50 aviões e seis mil tropas reunidas nele era uma séria ameaça para nós no passado mas agora... as ameaças tornaram-se oportunidades”, disse Amirali Hajizadeh, chefe da divisão aeroespacial da Guarda Revolucionária.

Ele acrescentou que “se (os norte-americanos) fizerem algum movimento, os atingiremos na cabeça”.

Segundo um porta-voz parlamentar, o comandante da Guarda, o major-general Hossein Salami, disse numa sessão parlamentar neste domingo, 12 de Maio, que os EUA iniciaram uma guerra psicológica na região.

Separadamente, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, disse no Twitter neste domingo que o assessor de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, havia feito planos para os EUA se retirarem do acordo nuclear de 2015 e adoptar uma postura mais agressiva em relação ao Irão antes mesmo de assumir seu actual cargo.

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