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China: Coronavírus mata mais de 800 pessoas e complica planos de retorno ao trabalho


Proteção contra o coronavírus, China

A China diz que subiu, neste domingo, 9, para 811 o número de mortes causadas pelo surto do coronavírus, ultrapassando o de fatalidades globais causadas pela Síndrome respiratória aguda grave (SARS).

A SARS matou 774 entre 2002/2003.

Entretanto, a Reuters reporta que face ao surto, as autoridades chinesas fazem planos para o retorno de mihões de pessoas ao trabalho, após uma pausa prolongada da celebração do ano novo lunar.

Nas últimas semanas muitas áreas urbanas chinesas geralmente cheias de gente quase se tornaram cidades fantasmas, por os governantes do Partido Comunista terem ordenado bloqueios virtuais, cancelamentos de voos, encerramento de fábricas e escolas.

Nesta segunda-feira, 10, um grande número de locais de trabalho e escolas permanecerá fechado e muitos funcionários administrativos irão trabalhar nas suas casas.

Há indicações de que o surto tem impacto visível na economia da China.

O executivo disse neste domingo que coordenaria com as autoridades de transporte para garantir o retorno paulatino ao trabalho dos funcionários de sectores importantes, como alimentação e medicamentos.

O grupo especial de coronavírus do Conselho de Estado também disse que os trabalhadores devem retornar em "lotes", em vez de todos de uma vez, para reduzir os riscos de infeção.

Em entrevista à BBC, o embaixador da China na Grã-Bretanha descreveuo coronavírus como "inimigo da humanidade", mas acrescentou que "é controlável, é evitável, é curável".

"Neste momento, é muito difícil prever quando teremos um ponto de inflexão", disse Liu Xiaoming. "Certamente esperamos que chegue em breve, mas as medidas de isolamento e quarentena foram muito eficazes."

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