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China acusa EUA de fazer declaraçōes falsas sobre confinamentos em Xangai


A China acusa os Estados Unidos de fazer afirmações infundadas sobre a sua política de controlo da Covid-19, depois de Washington ter autorizado parte do seu pessoal no consulado de Xangai a deixar o mesmo.

Os 25 milhões de habitantes de Xangai estão sujeitos a confinamentos faseados que provocaram queixas de falta de alimentos e confrontos com trabalhadores dos serviços de saúde

A embaixada dos Estados Unidos disse ontem que vai autorizar pessoal não essencial a deixar o consulado em Xangai devido ao aumento de casos e avisou os seus ciadãos que podem fazer face a “aplicação arbitrária” de restrições.

Em resposta o governo chinês manifestou “forte insatisfação e oposição firme às acusações infundadas sobre a política de controlo da epidemia”.

Numa declaração o ministério dos Negócios Estrangeiros dise que “tem que ser sublinhado que a política de controlo epidémico da China é ciêntífica e efectiva”.

“Temos confiança total que Xangai e outros locais irão vencer esta ronda da epidemia”, disse a declaração.

A China continua a a seguir uma política de confinamentos súbitos, testes em massa e restrições de viagens para tentar controlar o alastramento do vírus mas o número de casos em Xaangai tem estado a aumentar.

Hoje foram registado mais 24.943 casos , a maior parte ansitomáticos e que constituem 90% do toal de casos a nível nacional.

A população local começou a protestar contra as restrições de confinamento com muitos a usarem as redes sociais para protestaram contra a falta de alimentos e duras medidas de controlo

As autoridades aliviaram entretanto as medidas de separarem crianças infectadas dos pais que não estão contaminados, o que tinha provocado protesto.

As autoridades disseram entretanto que a política de “tolerância zero” para combater a epidemia não será modificada

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