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Carbono Casimiro deixa um legado de luta pela liberdade e cidadania


Activistas destacam legado do rapper

Uma voz activa e que deixa um legado de luta pela liberdade e cidadania é como activistas, colegas e cidadãos se referem ao rapper e activista Carbono Casimiro, falecido na segunda-feira, 18, numa clínica em Luanda.

A memória de Carbono Casimiro - 2:22
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Dionísio Gonçalves Casimiro, mais conhecido por Carbono Casimiro, era uma voz bastante crítica contra a governação do antigo Presidente José Eduardo dos Santos.

Em 2011, destacou-se quando, com outros colegas, deu forma a um movimento contra a continuidade de Santos no poder, conhecido por “32 é muito”.

Para Adão Ramos, activista e amigo do rapper, Carbono Casimiro deixa aos jovens angolanos um legado da luta pela “liberdade e igualidade, para uma sociedade mais justa”.

Colega da Carbono no grupo dos 17, Laurinda Gouveia lembra a sua luta pela cidadania e liberdade em Angola.

“Ele contribui bastante para a luta da cidadania e não se calou perante as injustiças”, sublinhou Laurinda, enquanto Mbanza Hamza afirmou ser importante se vestir de liberdade para lembrar Carbono.

“Para Carbono, enquanto houver injustiça nós devemos lutar”, defendeu.

O conhecido jornalista e activista Rafael Marques, Carbono “deve ser um símbolo e inspiração para novas gerações” para que saibam como “jovens como Carbono lutaram pelas liberdades mesmo com a agressão policial”.

O anúncio da sua morte foi feito pelo irmão Joel Júnior, através da sua página de Facebook, sem avançar mais detalhes.

Carbono Casimiro completaria 37 anos no próximo dia 25 de Novembro.

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