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Barragem Hidroeléctrica de Laúca garante energia no segundo semestre

  • Isaías Soares

Baragem Hidroelectrica de Laúca

Pequeno confllito agitou a barragem no fim-de-semana.

Funcionários da Barragem Hidroeléctrica de Laúca, em Cacuso, disseram no final de semana que estavam a cumprir uma greve ilimitada desde quinta-feira, 5, para exigir a melhoria das condições sociais e salariais.

Os mesmos exigiam a presença dos ministros da Energia e Águas e da Construção e do governador de Luanda para regressarem à actividade.

“O ministro que venha aqui, quiçá, Higino Carneiro que fez a fomentação de que o funcionário mais baixo aqui ganha 100 mil kwanzas”, disse um funcionário sob anonimato, justificando que se esses dirigentes não comparecerem “vamos continuar sem trabalhar”.

Opinião contrário tem o director do projecto Hidroeléctrico de Laúca, Elias Estêvão, que garantiu hoje, 9, que as obras continuam sem quaisquer constrangimentos, apesar de uma reivindicação de quadros da área civil registada na semana passada exigindo a mudança da paragem dos autocarros.

“O que aconteceu em Laúca não foi a paragem de três mil funcionários, mas sim a reivindicação de alguns funcionários da parte civil, da casa de força, casa de máquinas, os da central têm trabalho de electromecânica e trabalho de obras civis”, garantiu, dizendo que a situação está ultrapassada.

O director do projecto Hidroeléctrico de Laúca assegura que o empreendimento no qual trabalham 8.350 funcionários vai cumprir os prazos e a primeira turbina começa a gerar energia eléctrica no segundo semestre deste ano.

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