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Autoridades americanas desafiam empresas moçambicanas a exportar para a América

  • Ramos Miguel

Produtos agrícolas moçambicanos

Apenas dois por cento dos produtos exportados para os EUA beneficiam-se do AGOA

A Agência norte-americana de Apoio ao Desenvolvimento Internacional-USAID, está preocupada com o fraco aproveitamento, por empresas moçambicanas, da Lei de Crescimento e Oportunidade para África (AGOA), ao abrigo da qual podem exportar os seus produtos para os Estados sem o pagamento de taxas aduaneiras.

A directora em Moçambique da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), Jennifer Adams, afirmou ser aposta da agência apoiar as empresas moçambicanas a tornarem-se mais competitivas e fomentar um ambiente favorável a investimentos do sector privado, através de um maior aproveitamento da AGOA, a lei que promove exportações para os Estados Unidos.

"Há muitos produtos, incluindo agrícolas, minerais e muitos outros que podem ser exxportados para os Estados Unidos com isenção de taxas e tarifas, e isso dá aos produtores um incentivo e uma oprtunidade", destacou aquela responsável.

A USAID diz que está disponível para ajudar as empresas moçambicanas a melhorar, por exemplo, aspectos que têm a ver com a embalagem, certificação e codificação , entre outros, que têm sido apontados como constrangimentos por empresários moçambicanos.

Na quinta-feira, 31, a USAID promoveu, no recinto da Feira Internacional de Maputo, um seminário sobre "AGOA e Oportunidades de Comércio e Investimentos dos Estados Unidos em Moçambique".

Refira-se que apenas dois por cento dos produtos que Moçambique exporta para os Estados Unidos da América beneficiam-se da isenção de taxas porque muitos não cumprem as exigências da AGOA.

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