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Autoridades senegalesas não confirmaram autoria do ataque que deixou 13 mortos e oito feridos

Está confirmada a presença de cidadãos guineenses entre as vítimas civis do ataque, este fim-de-semana, em Casamance, zona em conflito, no sul do vizinho Senegal, por parte de um alegado grupo armado não identificado.

Ataque em Casamance deixa três guineenses mortos
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De notar que o ataque aconteceu depois de uma das faccões da rebelião em Casamance ter declarado o fim do abate de árvores para a transformação e comercialização de madeiras por parte dos civis.

Fontes oficiais senegalesas ainda não confirmaram se o ataque foi ou não perpetrado pelo Movimento da Frente Democrática de Casamance (MFDC), não obstante haver indicações neste sentido.

Em consequência desta acção armada, há uma grande apreensão na fronteira entre o Senegal e a Guiné-Bissau, tanto mais que os relatos apontam o registo de três guineenses, entre as 13 vítimas mortais do ataque do fim-de-semana.

A notícia foi confirmada pelo deputado guineense do PAIGC pelo círculo da África, Leopoldo da Silva da que esteve no terreno

“Entre as 13 vitimas, estão três guineenses naturais das regiões de Gabu e Bafatá, leste do país”, garantiu Silva.

Em São Domingos, norte da Guiné-Bissau, cidade mais próxima da zona do ataque, a vida continua normalmente, segundo disse à VOA o jornalista Quinanata Turé.

“A situação é normal. O pânico já passou, apesar de alguma tristeza. Em termos militares há movimentação dos militares senegaleses na fronteira”, revelou Turé, jornalista da radio Kassumai, em São Domingos.

A localidade situa-se na fronteira entre Guiné-Bissau e o Senegal, a mais próxima de Ziguinchor, na região de Casamance, onde ocorreu, na última sexta-feira, um ataque armado que resultou na morte de 13 pessoas e oito feridos.

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