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Apesar de novas tecnologias o livro não morreu

  • Pedro Dias

Apesar dos avanços de novas tecnologias o livro não morreu e continua a ser “a melhor ferramenta” para acesso ao conhecimento e cultura, disse recentemente o Secretário de Estado da Cultura João Constantino.

“Apesar dos inegáveis avanços das novas tecnologias da esfera comunicacional, e ao contrário dos profetas que advogam o fim do livro, onde a escrita alfabética seria substituída por uma cultura de sinais, o livro ainda é a nossa melhor ferramentas de trabalho, de acesso à cultura e o companheiro ideal em todos os momentos”, disse João Constantino.

Constantino falava à margem da recente XIª Edição da Feira Internacional do Livro e do Disco que decorreu de 03 a 09 de Julho em Luanda, no Palácio de Ferro no âmbito da IIIª Trienal de Luanda sob o signo “Criar novos factos culturais”.

A feira congregou num só espaço Literatura, Música, Cinema e debates à volta das questões relacionadas com a produção do livro, do disco e das artes do espectáculo, o que proporcionou interação cultural com os apreciadores das artes.

A realização da feira esteve a cargo da editora Arte Viva, edições de eventos culturais, com apoio de instituições públicas e empresas privadas, interessadas na concretização do projecto.

Segundo a Arte Viva a XIª edição da Feira Internacional do Livro e do Disco, é um projecto cultural de apoio à globalidade das manifestações literárias e musicais angolanas e internacionais, complementando o ciclo de promoção e aumento dos hábitos de leitura.

A periodicidade do evento é anual.

A Arte Viva defende também que a Feira Internacional do Livro e do Disco visa ainda reforçar o intercâmbio cultural e comercial entre editores, livreiros, discotecários, músicos e os expositores estrangeiros, alargando e proporcionando o debate sobre questões musicais e literárias, constituindo o resultado do ciclo de palestras e debates, uma fonte de documentação e registo.

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