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Apelos para desarmamento na Huíla continuam

  • Teodoro Albano

Mais de 10 mil armas e engenhos explosivos foram destruídos na província

Mais 10 mil armas de fogo de diversos calibres e vários engenhos explosivos foram destruídos na Huíla no âmbito da campanha de desarmamento da população civil iniciada em 2008.

Os dados são conhecidos quando foram a destruir na província mais de 200 armas de diversos calibres recentemente recolhidas.

O coordenador da sub-comissão técnica de desarmamento da população civil, sub-comissário Lino de Matos, destaca o impacto da campanha na diminuição de delitos com recurso a armas de fogo.

“Pelos casos que têm sido verificados na província, ainda existem algumas armas (em posse da população), mas não temos verificado muitos casos”, reconhece Matos.

Aquele oficial superior da Polícia Nacional assegura a continuidade da recolha das armas em posse da população civil e avisou que “aqueles que têm armas a sua posse devem entregá-las voluntariamente porque se assim não o fizerem e forem denunciados serão encaminhados à justiça”.

Entre o material destruído nos últimos nove anos na província da Huíla destaca-se ainda 20 mil carregadores, mais de 36 mil munições e 881 engenhos explosivos.

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