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Angola Fala Só - Emprego, saúde e educação são as prioridades dos angolanos para 2018


Angola Fala Só

Ouvintes mostram-se entusiasmados com presidência de João Lourenço

29 Dez 2017 AFS - Emprego, saúde e educação para 2018
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Mais empregos e melhorias nos sistemas de educação e saúde são as prioridades dos angolanos para 2018.

Estes três assuntos foram as questões que tiveram unanimidade dos ouvintes da Voz da América quando interrogados sobre as suas expectativas para o próximo ano.

Os ouvintes falavam no programa “Angola Fala Só” em que também manifestaram apoio ao Presidente João Lourenço e às mudanças por ele iniciadas.

O ouvinte Abel Calitangui fez notar que para a juventude angolana está é a primeira vez que vêm a mudança na chefia do poder.

“Acredito que Angola tem agora pernas para andar porque o entrave foi o governo de José Eduardo dos Santos”, disse o ouvinte Celestino Mayamba.

“Angola vive um momento de entusiamo não visto há muitos anos”, disse o ouvinte Olímpio Sequeira quando comentava a mudança de governo em Angola.

Para este ouvinte, embora João Lourenço esteja no poder há pouco tempo, já houve avanços “significativos”.

Opinião semelhante foi manifestada por Abel Calitangui para quem a presidência de João Lourenço é razão para os angolanos terem “boas expectativas”.

Um outro ouvinte manifestou no entanto a opinião que o presidente deveria alargar o seu governo a quadros qualificados de outros partidos, enquanto o ouvinte Jó Massa Massa disse que o presidente deveria descentralizar o poder.

Mas as questões unânimes dos ouvintes foram a situação do desemprego, principalmente entre a juventude, a falta de qualidade dos serviços de saúde e educação.

Os hospitais, disse um ouvinte, não passam de “passadores de receitas” por falta de meios para tratarem os doentes.

Outro disse que o governo deveria investigar para onde foi o dinheiro dirigido à saúde.

O ouvinte António Pedro disse que para a criação de emprego o governo deveria garantir a estabilidade do sector privado e também fazer aplicar as leis de trabalho junto desse sector.

Outras questões preocupantes abordadas pelos os ouvintes foram o crime nas cidades e ainda a necessidade do governo escolher uma via de “mais abertura”.

Celestino Mayamba disse, por exemplo, que o governo deveria permitir manifestações sem medo, ouvir vozes dissonantes.

“Não precisamos de aparato policial” para lidar com manifestações, disse.

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