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Angola entre os países que apoiam a transferência da embaixada dos EUA para Jerusalém


Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu discursa na abertura da embaixada americana em Jerusalem. Embaixador americano para Israel, David Friedman, à esquerda. 14 de Maio 2018.

Angola está entre os 32 países que participam das celebrações, nesta noite de 14 de Maio, por ocasião da transferência da embaixada americana para Jerusalém.

A transferência da embaixada americana de Telavive para Jerusalém foi uma decisão do Presidente Donald Trump em Dezembro de 2017. A decisão foi reprovada por muitos países da comunidade internacional, especialmente membros da União Europeia.

Apesar da controvérsia, o Presidente Trump avançou com a decisão. Donald Trump não se deslocou a Israel. Foi representado por Ivanka Trump, sua filha e Conselheira Sénior da Casa Branca, e pelo seu genro, Jared Kushner, também ele Conselheiro Sénior da Casa Branca.

Na abertura da embaixada em Jerusalém discursaram Jared Kushner e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

Nas celebrações da noite desta segunda-feira, 14 de Maio, além de representantes de Angola vão estar também da Albânia, Áustria, Birmânia, Camarões, Congo, Costa do Marfim, El Salvador, Etiópia, Filipinas, Geórgia, Guatemala, Honduras, Hungria, Macedónia, Nigéria, Panamá, Paraguai Peru, Quénia, República Checa, República Democrática do Congo, República Dominicana, Roménia, Ruanda, Sérvia, Sudão dod Sul, Tailândia, Ucrânia, Vietname, Tanzânia e Zâmbia.

A comitiva americana inclui ainda o vice secretário de Estado, John J. Sullivan, o secretário do Tesouro Steve Mnuchin e 12 membros do Congresso.

Nos últimos dia a Faixa de Gaza tem sido palco de violentos confrontos, em reacção a esta transferência. Já se contam mais de 50 mortos, em resultado da violência.

Nova embaixada americana em Jerusalem, palestinianos protestam em Gaza
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