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Angola deve ter uma palavra a dizer na crise na RDC, defende especialista


Denis Sassou Nguesso (esq), João Lourenço (cen) e Joseph Kabila (dir) em Kinshasa

Situação na República Democrática do Congo reúne Presidentes de Angola, RDC e República do Congo

O Presidente angolano João Lourenço participou nesta quarta-feira, 14, numa mini-cimeira em Kinshasa com os seus homólogos da República Democrática do Congo, Joseph Kabila, e da República do Congo Dennis Sassou Nguesso.

O encontro, que se enquadra nas consultas regulares entre os três chefes de Estado, visou avaliar os preparativos para as eleições na RDC, marcadas para 23 de Dezembro de 2018.

Previstas inicialmente para 31 de Dezembro de 2017, o adiamento das eleições levou a que a oposição exigisse a saída do Presidente Kabila que constitucionalmente está impedido de voltar a concorrer a mais um mandato presidencial.

O analista e docente universitário, João Lukombo Zatuzola, justifica a presença de João Lourenço com o argumento de que Angola, por partilhar uma extensa fronteira com a RDC, está sujeita a sofrer as consequências de qualquer situação de instabilidade política ou militar naquele país.

O académico defende que só a pressão interna e externa,incluindo por parte de Angola, pode evitar o descalabro do processo democrático do país vizinho.

Ainda não há detalhes sobre eventuais conclusões do encontro.

Os três países integram a Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIGRL)

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