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Comissão eleitoral deixou rasto de dívidas em Malanje


Malanje em cmapanha eleitoral

Prestadores de serviço desesperados pela falta de pagamento

As comissões eleitorais em Angola deixaram um rasto de dívidas que estão a causar dissabores aqueles que lhe s prestaram serviços.

Em Malanje, por exemplo, não foram pagas dívidas relacionadas com a prestação de serviço alimentar durante o processo de preparação de formadores e brigadistas.

Comissão Eeleitoral deixa rasto de dividas - 2:36
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Maria Domingos é proprietária de um estabelecimento de restauração naquela e disse ter servido centenas de refeições ao abrigo de um contrato celebrado com a Comissão Eleitoral Provincial de Malanje.

Passados 90 dias sobre o pagamento da dívida continua à espera.

“No mês de Agosto prestamos serviço na frente da alimentação para as pessoas que trabalharam nas mesas de assembleia de voto nas eleições e até à presente data a CNE não honrou o compromisso, já que no contrato era de 90 dias e até hoje não pagou o valor da prestação de alimentação às empresas”, reclamou Domingos.

A agente económica que preferiu não citar o nome do estabelecimento garantiu que a sua dívida está avaliada em 4 milhões e 784 mil kwanzas.

“Estou a sofrer pressão por parte das senhoras, telefonam, mandam-me mensagens a dizer que vão saquear, retirar coisas dentro de casa por causa da divida, então, eu peço encarecidamente a quem de direito que vela por esta situação”, lamentou.

João Francisco Manuel é funcionário de uma das empresas que participaram na preparação das eleições e diz estar agastado com os incómodos da família por não poder levar dinheiro para casa.

“Estou irritado porque fiz um serviço da cozinha e até agora esse dinheiro não foi pago", revelou, dizendo que o contrato (com a empresa) era de 30 mil kwanzas.

Também operadores de aparelhes de faz que permitiram no município de Kmbundi-Katembo o envio dos expedientes relacionados com todo o processo eleitoral continuam à espera.

Alduari João José da Cruz faz parte de um grupo de operadores de fax daquela municipalidade de Malanje.

A VOA sabe que o problema é generalizado no interior da província.

Uma fonte próxima da Comissão Provincial Eleitoral descartou qualquer responsabilidade local, garantindo que o Conselho Nacional Eleitoral está atento aos problemas.

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