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Analistas não se surpreendem com queda da Guiné-Bissau no relatório da Freedom House


Liberdade no Mundo 2018

País perdeu 10 pontos mas continua entre os "parcialmente livres"

A Guiné-Bissau perdeu 10 pontos na avaliação da Freedom House nos direitos políticos e liberdades civis.

No seu relatório “Liberdade no Mundo 2018”, divulgado nesta terça-feira, 16, a organização conclui que 2017 foi o 12º ano consecutivo de declínio na liberdade global.

“Setenta e um países sofreram queda líquida de direitos políticos e liberdades civis em 2017, com apenas 35 ganhos registados”, diz a Freedom House, que cita como exemplos Turquia, Venezuela, a Polónia, Tunísia e Mianmar (antiga Birmânia), onde houve uma “campanha chocante de limpeza étnica contra a minoria Rohingya”.

Bacar Camara, jornalista editor da Rádio Pública guineense, concorda com o relatório da Freedom House, que coloca a Guiné-Bissau entre 29 Estados que registaram, citamos, um “dramático declínio de liberdade nos últimos 10 anos”.

O jornalista guineense associa este indicador às ameaças e pressões politicas contra os profissionais e órgãos da Comunicação Social, mas acredita ser possível inverter este quadro,

O activista cívico, Lesmes Monteiro, concorda com Camara, associando a nota dada à Guiné-Bissau ao actual momento político.

Ele também acredita na mudança do actual quadro das liberdades cívicas e políticas.

Apesar da queda de 10 pontos, a Guiné-Bissau continua no grupo de países parcialmente livres.

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