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Adiado repatriamento para RDC de refugiados em Angola


Autoridades da RDC pediram o adiamento por falta de condições

O repatriamento organizado dos refugiados congoleses que ainda se encontram na província da Lunda Norte foi adiado a pedido das autoridades da República Democrática do Congo (RDC), deu a conhecer nesta quinta-feira, 19, à VOA a porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados em Angola (ACNUR), Júlia Ghazi

Inicialmente marcado para o dia 18 de Setembro, o repatriamento deve começar “na semana que vem”, acrecsentou a funcionária da ONU.

As autoridades congolesas terão alegado a falta de condições de acolhimento nas províncias de Kassai e Kassai Central.

Júlia Ghazi disse que perto de nove mil refugiados continuam no campo do Lóvua, depois do regresso da maior parte deles durante o repatriamento voluntário, e que cerca de metade destes preferiram continuar em Angola.

Aquela responsável acrescentou que, da parte do ACNUR, tudo está preparado para o início da operação.

O ACNUR assegura cerca de 20 mil franco-congolês e 80 dólares norte-americanos para a reintegração socioeconómica dos regressados.

Durante o repatriamento voluntário e espontâneo regressaram à RDC 14 mil.724 refugiados.

Deste número, 3.772 são homens, 7.974 crianças e 2. 978 mulheres, dos 18 mil e 800 previstos.

O total de cidadãos da RDC na altura acolhidos em Angola, na província da Lunda Norteem particular, atingiu os 35 mil, dos quais 23.684 foram acolhidos no campo de refugiados do Lóvua, enquanto os restantes 11.316 estavam distribuídos pelas comunidades da província.

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