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Acusações a Morgan Freeman surgem depois de investigação da CNN


Actor Morgan Freeman

Após vários meses desde que surgiu o movimento #metoo as revelações de assédio e abuso sexual não páram de vir a público.

O actor de 80 anos, Morgan Freeman, foi acusado de assédio sexual e comportamento impróprio, por mais de uma dezena de pessoas.

A notícia foi revelada neste 24 de Maio pela rede americana CNN, que fez uma investigação que durou um mês.

De acordo com as alegações, o comportamento impróprio de Freeman ocorreu em estúdios de filmagens, durante a promoção de filmes e também na própria empresa de produção, a Revelations Entertainment, de acordo com 16 relatos fornecidos à CNN.

O actor vencedor de um Oscar pronunciou-se, dizendo que nunca teve intenção de ofender ou deixar ninguém desconfortável e pediu desculpas.

Uma das mulheres que acusou Freeman, e que não quis ser identificada, revelou à CNN que sofreu "vários meses de assédio" durante a produção do filme "Despedida em Grande Estilo".

As alegadas vítimas referiram à CNN que o actor tentou várias vezes levantar as suas saias, tocou inadequadamente e fez comentários sobre a sua aparência e roupas.

Um predador chamado Harvey Weinstein

Harvey Weinstein à saída de um tribunal de Nova Iorque, 25 Maio 2018.
Harvey Weinstein à saída de um tribunal de Nova Iorque, 25 Maio 2018.

Entre os nomes de homens famosos e poderosos, na lista de predadores sexuais, como refere a imprensa americana, está o guru do cinema Harvey Weinstein. Há oito meses vieram a público acusações de assédio e abuso sexual por parte do produtor de cinema.

Depois de uma temporada numa clínica de reabilitação, Harvey Weinstein entregou-se nesta sexta-feira, 25 de Maio, às autoridades policiais em Nova Iorque.

Contra ele existem acusações legais de violação e abuso sexual. Uma das queixosas, a actriz Lucia Evans, disse às autoridades que Weinstein forçou-a sexo oral em troca de participar num casting para o festival de cinema TriBeCa em 2004.

O nome da vítima de violação sexual não foi revelado pelos investigadores, que divulgaram apenas a data, 2013 e local do ocorrido, o DoubleTree Metropolitan Hotel em Nova Iorque.

A investigação contra Weinstein apurou que o produtor usou o seu poder e dinheiro para coagir e silenciar mulheres.

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