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Activistas em Cabinda pedem que novo líder da UNITA procure uma solução para a província


Líderes de associações cívicas e defensores dos diretos Humanos em Cabinda pedem que a nova liderançada UNITAinicie um programa de auscultação com todas as sensibilidade locais na procura de soluções políticas para aquela província angolana.

Movimentos de Cabinda pedem envolvimento de novo líder da UNITA - 2:42
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Para o coordenador da Associação Cultural e de Desenvolvimento e dos Direitos Humanos de Cabinda( ADCDH), Alexandre Kuanga, Adalberto Costa Júnior, como principal líder da oposição, deve ter a responsabilidade de participar na resolução do problema de Cabinda.

“Nós esperamos que Adalberto Costa Júnior use da sua sensibilidade humana para aconselhar o Governo do MPLA a resolver o problema que existe com os movimentos de libertação de Cabinda ”, disse.

Por seu lado, o líder do Movimento da Reunificação do Povo de Cabinda para a sua Soberania, Arão Tempo, entende ser necessário que a nova liderança da UNITA identifique os programas que cada uma das sensibilidades locais tem e inicie uma discussão política com todas elas.

“É necessário que a UNITA identifique as forças políticas de Cabinda e em particular o nosso movimento para saber qual é o programa que cada movimento tem e qual a convergência que estes movimentos possuem e criar uma discussão política para a terminar o assunto”, defendeu Arão Tempo.

Entretanto, o activista Clemente Cuilo, que se afirma defensor da independência de Cabinda, considera que nenhuma figura política ou organização fora do enclave será capaz de resolver o problema de Cabinda, pelo que não espera nada do novo presidente da UNITA.

“Nem que vença as eleições, a UNITA não está em condições para dar independência a Cabinda porque nenhum angolano irá negociar com os cabindas porque têm Cabinda apenas como sua lavra para a busca da sua riqueza”, afirmou.

No seu discurso de posse, Adalberto Costa Júnior apontou a luta pela revisão da Constituição da República como uma das divisas do seu mandato e assegurou que vai lutar pela despartidarização do Estado “por uma comissão eleitoral independente, justa, isenta e credível e pela preservação da paz e consolidação da democracia”.

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