sexta-feira, 12 fevereiro, 2016. 22:26 UTC

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    Professores na Huíla vão entrar em greve

    Paralização do trabalho marcada para o próximo dia 29

    João Francisco, Presidente do Sindicato dos Professores na provincia da Huíla, Angola
    João Francisco, Presidente do Sindicato dos Professores na provincia da Huíla, Angola
    Teodoro Albano
    Reunidos em assembleia sábado último, os professores do ensino público decidiram paralisar com toda a actividade docente educativa a partir de 29 de Abril próximo.




    A falta de actualização de categorias, o não pagamento de alguns subsídios e insuficiências detectadas na reforma educativa mormente ligadas a monodocência, são alguns dos pontos contidos num caderno reivindicativo apresentado ao executivo.

    Para o professor Feliciano Paulo o momento é de passar das palavras a acção afirmando que as reivindicações já vêm sido discutidas há muito tempo pelo que chegou a altura de acção.

    Para o secretário provincial do SINPROF na Huíla, João Francisco, a decisão da greve é com efeito o resultado da perda de paciência dos professores. O líder sindical atribuiu ao governo responsabilidades no arrastar do problema afirmando que o problema se vem arrastando desde 2001 e negociações começaram em 2007 quando o governo criou uma comissão para analisar as reivindicações.

    Essa comissão, disse, “trabalhou durante 15 dias e até hoje não há solução, não há resposta por parte daquela comissão, nunca se disse nada daquela comissão”.

    “Agora, chegamos até este extremo porque o governo na minha opinião faltou com a responsabilidade em termos de olhar para o problema,” acrescentou.

    O anúncio de greve dos professores na Huíla para 29 de Abril não teve ainda reacção do governo com quem os professores dizem estar prontos a negociar.
    Os próximos dias deverão trazer novos desenvolvimentos.
    O forúm foi encerrado
    Comentário
    Comentários
         
    por: Anónimo
    28.04.2013 17:51
    É preciso ter cuidado com a classe exploradora. o governo não deve pensar que o professor é um elemento a mais no mundo de salários. O governador passou na mão de um professor se fica la a falar bombas daqui a nada vão explodirem.Deve ficar no gabinete a resolver problemas de professores pelo menos dentro de 15 dias porque os professores não são malucos reclamam o que lhes pertecem


    por: Fernando de: huila
    28.04.2013 10:17
    Em sociedade como essa só ha mudança quando há greve que tipo de governos afinal são esses. que so olham pelas contas deles cheios de dinheiros. Ainda falam agora de branquiamento de capital. mais no extrangteiros guardam trilhoes de kwanzas. temos que pararizar as aulas so assim esses tios pagaram o nosso dinheiro


    por: Domício F.Dias de: Salvador- Ba -Brasil
    25.04.2013 00:40

    Não é de se estranhar o comportamento de nossos Dirigentes-
    governadores. Em se tratando de professorado, eles não estão
    nem aí, pouca importância é dada a essa classe, nossas reivindiações,tudo mais !

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