quarta-feira, 01 outubro, 2014. 20:17 UTC

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Angola: Prossegue a destruição de mesquitas

Onze já foram destruídas. Construção ilegal é razão dada pelas autoridades.

Luanda Mesquita destruída
Luanda Mesquita destruída
Coque Mukuta
A destruição de mesquitas em Angola está a provocar mau estar entre os muçulmanos.




Um deles disse à Voz da América que os islâmicos poderão ter que abandonar o país devido ao que dizem ser a perseguição de estão a ser vítimas.

A Voz da América teve acesso a uma ordem interna do governo central que orienta a administração de Viana a passar uma segunda ordem para destruir a mesquita do Zango 1, município de Viana Província de Luanda.

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A ordem indica que a destruição deve ser efectuada porque o edifico foi construído sem qualquer autorização.

Onze mesquitas já foram destruídas ou  encerradas em todo país nas últimas semanas.

A maior parte dos muçulmanos em Angola são estrangeiros na generalidade imigrantes vindos de países da África Ocidental.

A Voz da América ouviu Alfa Mamadu Diallou um dos membros daquela congregação religiosa que disse não terem mais onde rezarem e por isso poderão ter que abandonar Angola para países onde sejam aceites.

“A nossa religião nós não podemos abandonar, se não tem sítio para rezar nós vamos sair de angola e vamos procurar outro país porque o mundo é muito vasto” disse.

“Seremos obrigados a saír para irmos noutros sítios, porque Deus disse, se num sitio não tiver como cumprir com a sua religião é melhor saír e ir para outro sitio,” desabafou.    

Outro entrevistado  estrangeiro disse lamentar a decisão do governo angolano porque a construção destas mesquitas são frutos das pequenas contribuições de 50 a 100kzs vindas das suas cantinas.

David Já este de nacionalidade angolana, pertencente á Comunidade Muçulmana em Angola disse ser por argumento de serem terroristas  que l as autoridades estão  a destruír as suas mesquitas.

”Isto está a criar um sentimento de revolta. Nós não somos terroristas, somos cidadãos que nascemos nesta terra e tanto os cristãos como os muçulmanos estamos condenados a viver em paz e o governo não pode estar a encerrar as nossas crenças,” disse.

O Porta-Voz da Polícia Nacional em entrevista a Voz da América disse desconhecer qualquer orientação governamental para encerrar ou mesmo destruir as referidas mesquitas.
O forúm foi encerrado
Comentário
Comentários
     
por: Por: Dauda Funguila de: Capital
07.10.2013 10:54
O povo deve preocupar-se com a sacralização de poder politico, a ética deixou de ser encarada como um dever ser de qualquer governante. Esta é a razão de não existir dealogo entre os governantes e os religiosos em geral.

Toda igreja em Angola com excepção a Catolica que apadrinhou os colonizadores foi persseguida pelo mesmo regime liderado pelo Zé Du o Santos que seja santificado internamente. Por isso não é uma novidade para os verdadeiros muçulmanos. Esta terra é mais próxima ao Islão e distante para o cristianismo, porque afinal de conta todas religiões brotaram no mesmo espaço geografico (Médio Oriente).

Os feitos das orações dos muçulmanos reflectem concretamente nesta paz, que almejamos e, por sinal veio do Leste de Angola. Ficam a saber que o que pode trazer revolta em Angola não é o Islão, mas sim os protectorados de Simulambuco, Tchifuma e de Mussumba este último celebrado no leste de Angola, porque existe até fundamentos de juris para o efeito, estas localidades vêm as suas riquezas à ser vilimpediados pelo pequeno grupo de Akwakwizas e os seus filhotes, estão a criar um barril de polvora. Hoje importam seus empregados e amigos chineses e ocintentais para instalarem-se como eles foram na nossa pátria. Traidores, Pulgas e sanguinarios camufulados em voto popular e, em nome da democracia. Estamos mesmo cansados com os tipos de mentalidades comunistas.

Essa paz como dizia acima é fruto das orações dos muçulmanos, este processo começou com o último dos mediadores do conflito armado angolano. Blondi Beyê, não é por acaso morreu pelos problemas de Angola, o Islão em Angola veio para ficar, ninguém tem força para impedir o progresso do Islão em Angola. Esse nome vem do NGola Tchiluanji único soberano que opós-se com a presença do cristianismo e os colonizadores em Angola, quizeram lhe capturar mais deixou milagres até presente data. NGoló Kufa Mwaka Kumulila Mwaka, o significado desse nome só tem maior significado na língua Tchokwe/Cokwe. As duas Conferências sobre a verdadeira história de Angola chegou-se a conclusão de que os Ambundos/Kimbundos depediam do NGola. Quid Juris? Qual é a origem do Ngola? Só tem que ser Cokwe e os Cokwe são também persseguidos como o Islão. Senhores essa terra tem donos, não é vossa, não regressam nas vossas ilhas porquê? Akwakwiza são como carvão se não queima suja.

Mutatis Mutanti, estamos perante um governo tirano atípico que governa o País com os seus pares com Apelidos semelhantes. Esta terra não é vossa fazenda. O Islão é um ser e não está preocupado com o dever ser de um pequeno grupo de atrevidos instalados no poder político em Angola. Angola não é sinonimo dos vossos clãs, mas sim tem colação com os nossos antepassados. Todos vão passar, menos a palavra de ALLAH, esta terra não criatura normativa do regime do Zé Du, mas sim é um feito de ALLAH é Ele que criou as riquezas e o povo distribuido em diferentes grupos étnicos e vocês pertencem a quém? Ilimas morfologicos, parece-me não forão no mukanda nem tão pouco no mungongue. Saibam que estão no fim do tempo da grança e da vossa governação.

Muitos de vós terão vergonhas quando verem o Islão a somar e seguir em Angola.


por: Josimar Baltazar de: Luanda
03.10.2013 14:45
é inacreditável em pleno século 21, o ser humano estam condenados a viverem no mesmo espaço e a intercomunicar-se, independentemente da sua origem, religião e cor partidária, o mundo de hoje é multi-cultural, destruir mesquitas não é a solução, a não ser que o governo Angolano pense em expulsar os quase um milhão de muçulmanos que residem no território angolano, então o que fará com os seus concidadãos convertidos nesta religião, talvez a solução seria matando-os todos, porque destruindo as mesquitas os muçulmanos ai estarão a deambular por todos cantos de Luanda e não só, e temos de saber que para os muçulmanos a oração em congregação é uma obrigação, logo se se destruir as mesquitas eles irão rezar numa casa, num quintal, porque os muçulmanos fazem sempre as orações em grupo, mesmo as diárias, para alem das orações da sexta-feira, nem mesmo os estados unidos que é afrontado pelo terrorismo fecham as mesquitas no seu território. ou então estamos perante um governo ingénuo, manietado pelo interesse das igrejas cristas, e que não sabe distinguir entre o verdadeiro Islão e um pequeno grupo que se extraviou do verdadeiro espírito do Islão e propagam o terror e que todos governos sejam eles muçulmanos ou ocidentais combatem-os. pairam um medo no ar, será que esta atitude do estado angolano não terá repercussão mundial, logo alguns muçulmanos extremistas consideram que os seus irmão em Angola estão a ser perseguidos e podem em retaliação atacar os interesses de Angola seja no exterior e localmente. antes de tomar-mos uma decisão devemos analisar todos os mecanismos e consequências. e caso o governo angolano não coaduna com o Islão deveria cortar relações ate com os países muçulmanos com os quais tem relações diplomáticas, nao nos esqueçamos que são países muçulmanos como Argélia, Egipto, Marrocos que primeiro acolheram os nacionalistas angolanos e deram ate passaportes para que esses pudessem se movimentar a nível mundial na luta de libertação nacional, sem questionarem a nossa crença religiosa, combate-se os terroristas e não o Islão em si. quando se junta tudo estamos perante tamanha ingenuidade e ignorância dos factos. por que se todos os muçulmanos fosse terroristas então Luanda estaria a rebentar bombas todos os dias com os seus um milhão de muçulmanos pacíficos.


por: lima de: angola
03.10.2013 14:30
Aqui não se trata de mais nada senão o respeito às leis de um País livre e soberano. Em qualquer parte do mundo as leis são para serem respeitadas. Residências de pacatos cidadãos angolanos são igualmente destruídas quando não forem construídas dentro dos trâmites legais. De maneiras, que as mesquitas não podem constituir excepção nenhuma. Ou cumpram com a lei, pedindo licenças e quanto mais a lei prescreve, ou se constroem à margem da lei, a lei deve ser aplicada e cumprida. Uma das consequências pois é a destruição. Recordemos que nos países muçulmanos os cristãos não gozam de liberdade.


por: Cabinda de: Luanda
02.10.2013 05:09
Por mim estes mesquitas podem ser fechadas ou distruíndas. Os islâmicos são perigosos trazem consigo muitos vícios. Dizem eles que são abandonar o país, isso é mentira. Se eles vieram em Angola a procura de melhores condições de vida. O meu ver, devia o governo fazer uma busca muitos deles já andam ilegais no País. Que vão se embora, quantos Angolanos que existe nos Países deles?


por: Anónimo
01.10.2013 11:51
OS PORTUGUES FORAM SITUADOS PELOS MUCULMANOS NO SECULO 8 , E AGORA INTRIGAM O GOVERNO ANGOLANO PARA MALTRATAR OS TAIS PORQ DEIXARAM SEUS VESTIGIOS EM PORTUGAL , POREM , POR TRAS DISTO TUDO E UMA DESCRIMINACAO , NA AMERICA TAMBEM TEM MESQUITAS , MESMO NA EUROPA , FRANCA , INGLATERRA , HOLANDA ETC . A INTOLERANCIA DO MPLA E FRUTO DO COMUNISMO E SALAZARISMO DO PROLETARIADO .

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